Ciência e saúde
Priorizamos revisões sistemáticas, estudos revisados por pares, documentos técnicos, bases acadêmicas e autoridades sanitárias.
Uma fonte confiável não é escolhida só pelo nome. Avaliamos sua natureza, proximidade com o fato, método, data, jurisdição e limites.
Priorizamos revisões sistemáticas, estudos revisados por pares, documentos técnicos, bases acadêmicas e autoridades sanitárias.
Partimos do texto oficial da norma, do processo ou da decisão. Notícias ajudam a explicar, mas não substituem o documento jurídico.
Órgãos públicos, observatórios e institutos oficiais são usados com período, população e metodologia. Dado estrangeiro não é tratado como estimativa do Brasil.
Reportagens e vídeos devem ter veículo, autoria ou canal identificável. Eles podem documentar contexto e depoimentos, mas não transformam opinião em evidência científica.
Para uma norma, buscamos o texto oficial. Para uma decisão, o processo ou a tese. Para uma alegação de saúde, o estudo ou documento técnico. Para um dado, a base e sua metodologia. Fontes secundárias entram para explicar, comparar ou contextualizar — e são identificadas como tal.
Nenhuma instituição, estudo ou reportagem é usada como selo automático de verdade. Data, desenho, conflito de interesse, amostra, jurisdição e atualização podem alterar a interpretação. Quando a evidência é limitada ou conflitante, isso deve aparecer no texto.
Os conteúdos autorais exibem suas fontes ao final. As páginas também informam autoria institucional, responsável pela revisão editorial e datas de publicação e atualização.